FLORAIS DE BACH


Terapia Floral de Bach

Os Florais de Bach surgiram na Inglaterra nos anos 30, descobertos pelo Dr. Edward Bach. Os florais não combatem a doença, mas harmonizam o doente. Agem no emocional, proporcionando um rápido bem estar.

Durante o tratamento, uma nova pessoa começa a surgir, liberta das dificuldades que a aprisionavam. Em função disto o ajuste da fórmula é necessário para a obtenção de um bom resultado.

Os florais podem ser usados por pessoas de qualquer idade, portadoras de qualquer tipo de doença e tomando qualquer tipo de remédio.

O tempo médio de tratamento é de 6 meses, podendo variar entre 3 e 15 meses. As sessões são mensais, e aliadas ao baixo custo dos florais torna o tratamento bastante acessível.
Dr. Edward Bach

Nasceu em 24 de setembro de 1886 em Moseley, um povoado perto de Birmingham na Inglaterra. Filho mais velho de uma próspera família de industriais, desde criança já demonstrava um grande amor pela natureza, grande poder de concentração e profunda sensibilidade e intuição.

Ainda na idade escolar tomou a decisão de seguir a carreira médica. Aos 20 anos ingressou na Faculdade de Medicina de Birmingham. Concluído o curso, especializou-se em bacteriologia, imunologia e saúde pública.

Ainda durante a faculdade trabalhou por 3 anos nas industrias da família. Neste período pode conviver com os trabalhadores e aprender sobre a natureza humana.

Durante a I Guerra Mundial, foi responsável por 400 leitos de feridos de guerra no Hospital Universitário. Nesta época observou que o mesmo tratamento funcionava igual para pessoas de temperamento semelhante e não tinha o mesmo resultado em pessoas de temperamento diferente.
Percebeu que existia algo além dos sintomas físicos a serem considerados para se chegar a cura das doenças.

Bach descobriu uma vacina para doenças crônicas.

Em 1919 trabalhou como patologista e bacteriologista no Hospital Homeopático de Londres, entusiasmou-se pela homeopatia e aprofundou seus estudos na obra de Hahnemann, fundador da homeopatia. Criou vacinas orais com a técnica homeopática que foram amplamente aceitas no meio médico.

Em 1929 era respeitado por alopatas e homeopatas de toda Europa, e em pleno êxito profissional como clinico e pesquisador resolve obedecer a um chamado interior e abandona todo o sucesso e parte para o País de Gales para buscar na natureza o sistema de cura que idealizara desde pequeno.

Caminhando pelo campo, numa manhã de maio, começou a observar que muitas flores continham gotas de orvalho sobre suas pétalas e que o sol, incidindo sobre elas, extraia seus poderes curativos antes de faze-las evaporarem. Começou a deduzir que se coletasse o orvalho destas flores depois do sol nascer e antes da evaporação, teria um líquido que seria um remédio. Com sua grande percepção e sensibilidade, foi experimentando em si mesmo e descobrindo o que cada planta tinha de curativo.

Entre 1930 e 1934 descobriu os 38 remédios florais e escreveu os fundamentos de sua nova medicina.

Em 1936 disse aos seus colaboradores: "Minha tarefa está cumprida; minha missão neste mundo está terminada" . Poucas semanas depois morre enquanto dormia.

A vida de Bach foi um exercício de amor ao próximo que ao descobrir este sistema forneceu as chaves para a verdadeira cura interior.
Florais de Bach
Os remédios florais são parte de uma terapia vibracional que visa levar o indivíduo a equilibrar-se energeticamente e, conseqüentemente, ao alívio ou dissolução dos seus problemas físicos/emocionais, gerados pelos seus estados de espírito.

Difere da alopatia - que tem um resultado imediato - mas age apenas no corpo físico e naquele momento - sem tratar a causa interna, a qual persiste.
A terapia floral, ao contrário, atua desmontando velhos padrões de pensamento, emocionais e de comportamento, obtendo assim resultados na saúde física.

"A ação desses remédios consiste em elevar nossas vibrações e abrir nossos canais para a recepção do Eu Espiritual: em inundar nossa natureza com a virtude particular de que precisamos, e em expurgar de nós o erro que causa o mal. Elas não curam atacando a moléstia, mas inundando-nos o corpo com as formosas vibrações da nossa Natureza Superior, na presença das quais a moléstia se derrete, qual neve ao calor do sol. Não haverá cura verdadeira se não houver mudança na aparência, paz de espírito, e felicidade interior. Quando alma, mente e corpo estão em harmonia, a doença é coisa do passado." (Dr.Edward Bach)

Filosofia De Edward Bach

A causa real da enfermidade, segundo o Dr. Bach, seria o profundo conflito entre a alma e a personalidade. São os defeitos morais, falhas cometidas contra as Leis Universais. Através dos Florais, este estado de conflito interno -com predomínio de vibrações negativas, de desequilíbrio - seria substituído pelas vibrações positivas, contidas na essência da flor. Seria erradicado o defeito, pois permitiria elevar o padrão vibratório, abrir os canais interiores onde circula a energia, trazendo paz, equilíbrio e harmonia. As falhas bloqueiam a energia, que gera a doença.
Segundo Bach existem dois erros básicos:

1. Dissociação entre alma e personalidade
2. Crueldade ou falta para com os outros
Fracassar em honrar e obedecer às leis da alma.
Agir contra a unidade. Deve-se ao egoísmo, erro básico do ser humano.

É importante e necessário buscar dentro de si a origem real das enfermidades. A doença é conseqüência do mau pensamento e da má ação. Se aprendermos a lição da dor, ou seja, sofrermos e não mais praticarmos a má ação ou mau pensamento, a doença desaparece. Quanto menos conflito tiver, menos doente ficará.  

“As doenças reais e básicas no homem são certos defeitos como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância, a instabilidade e a ambição… Tais defeitos é que constituem a verdadeira doença. E a continuidade desses defeitos, se persistirmos neles, é o que ocasiona no corpo os efeitos prejudiciais que conhecemos como enfermidades”. (Edward Bach)


Para Bach, as doenças reais e básicas do Homem são:

Doenças Reais
Descrição
Doenças
Cura
1. Orgulho
Esconde um complexo de inferioridade; falta de reconhecimento da dependência entre a alma e a personalidade. Persistência de padrão. Arrogância, rigidez. Articulose do corpo (artrite, reumatismo, artrose).
Se dá através da fé em si próprio e no Eu Superior.
2. Crueldade Negação da unidade de todos. O que se faz a um se faz a todos. Dor infringida ao outro.
Paralisia dos membros, Câncer.
Ocorre quando aprendemos a ver o outro melhor através da compaixão e do amor.
3. Ódio Contrário à lei da criação. Negação do Criador. Pensamentos contrários à unidade, isolamento violento, incontrolável.
Perturbações mentais, como esquizofrenia, psicoses e estado de histeria.
Ocorre quando aprendemos a ver o outro melhor através da compaixão e do amor.
4. Egoísmo Colocar o interesse pessoal acima do bem da humanidade. Introspecção.
Neuroses, Neurastenia e estados semelhantes.
Ocorre quando direcionamos para fora de nós o carinho e a atenção que habitualmente só dedicamos a nós mesmos.
5. Ignorância Recusa em ver a verdade, conduzindo a atos errôneos. Dificuldades na vida cotidiana.
Miopia e outras deficiências visuais. Deficiências auditivas.
Se dá por meio da flexibilidade em viver sem medo das experiências, de olhos, ouvidos e mente bem alerta.
6. Instabilidade Indecisão, falta de determinação que levam a personalidade a se recusar a ser dirigida pelo Eu Interior.
Disfunções de movimentos e falta de coordenação motora; Instabilidade corporal com quedas e acidentes.
É obtida pela autodeterminação.
7. Ambição (cobiça) Desejo de poder, de dominar os outros, de dar ordens, negando a individualidade e a liberdade dos seres. Torna-se escravo do próprio corpo.
Paralisias.
Se manifesta através da doação.
São sete os caminhos do equilíbrio (liberdade):

Paz

Esperança

Alegria


Certeza

Sabedoria

Amor
Sobre a Cura

A atuação das Essências Florais no corpo começa imediatamente após a ingestão de algumas gotinhas, mas a dissolução dos padrões mentais distorcidos (que causam as doenças e os problemas emocionais) às vezes pode levar alguns meses.

Os florais atuam no plano sutil. Em um determinado momento do tratamento, pode haver uma acentuação dos sintomas físicos ou emocionais; isto é considerada uma "crise de cura". Inicialmente, pode parecer que a pessoa tratada está piorando, mas o que está ocorrendo na realidade é uma desintegração dos bloqueios energéticos e emocionais acompanhada de uma reorganização interna. Ou seja, usando uma analogia, para re-arrumar a casa muitas vezes é preciso inicialmente desarrumá-la.

O remédio floral está atuando e trazendo à consciência as emoções ou desequilíbrios até o desbloqueio total dos sentimentos.

Rescue Remedy
Rescue é um composto floral desenvolvido pelo Dr. Bach para as situações de emergência e primeiros socorros. Serve quando a pessoa está passando ou está na iminência de passar por uma situação de forte tensão física, psíquica ou emocional. Também para as que estão submetidas a situações estressantes contínuas (ex: pessoas que trabalham dentro dos distritos policiais sob o risco constante de motins).

Em todos estes casos o composto Rescue ajuda a superar o problema de forma mais positiva. Muitos o consideram como "o confortador".
Ajuda a aliviar a angustia mental permitindo que se iniciem os processos de cura imediata. Facilita nossos mecanismos de sobrevivência
Ajuda a superar e prevenir o trauma energético Trabalha a harmonia dos nossos sistemas, para que possamos reunir nossa força e sabedoria para nos conduzir depois ou durante a vivência de um estado extremo
.

É constituído por cinco essências:
Composto Floral do Rescue Remedy:
Rock Rose
Para o pânico e o desespero. Força para lidar com a situação.
Impatiens
Alívio da tensão mental extrema.Trabalha o tempo através da paciência.
Cherry Plum
Para aumentar o nível de controle sobre suas atitudes. Traz bom senso para lidar com o momento.
Clematis
Para aumentar a consciência da pessoa, abalada pela situação crítica. Traz a presença.
Star of Bethlehem
Para as situações traumáticas.Traz harmonia, conforto.
O uso do Rescue Remedy:

Em momentos de crise, este composto é utilizado comumente em altas dosagens. Uma pessoa em estado de choque pode tomá-lo aos goles diluído em água até a melhora de sua situação. Em caso de profunda tensão psíquica pode-se tomar quatro gotas de cinco em cinco minutos até a estabilização do quadro. Quando o quadro está estabilizado pode-se ir diminuindo a dosagem até que se chegue as quatro gotas quatro vezes ao dia.

IMPORTANTE:

- O uso do Rescue não substitui a busca de socorro médico de urgência.

- Não se deve usá-lo como medicamento de rotina, já que ninguém pode viver em estado de emergência permanente.

- Só serve para situações de: Primeiros socorros - Situações decisivas - Início do tratamento

Creme, o Rescue ™
É uma pomada que ajuda na recuperação da saúde da pele.
Recomendado para:

- recuperação de queimaduras,
- alergias,
- hematomas,
- escoriações,
- cicatrização.
Rescue Sleep
Criado para tratar os distúrbios do sono - especificamente os que são resultado de estresse, o Rescue Sleep™ é um meio natural de relaxar a mente.

A fórmula é uma ajuda extra para o alívio de pensamentos repetitivos e preocupantes, que podem levar ao tormento mental, considerado causador de distúrbios e perda do sono. Recomendado também para: Insônia, pesadelos, sono intranqüilo e entrecortado.

Como usar: duas borrifadas na boca.
Pastilhas de Rescue Remedy
Contêm as mesmas flores que compõem a fórmula original, agora em forma de pastilhas, aromatizadas naturalmente com o Elderflower - Sambucus nigra, popularmente conhecido como sabugueiro e com o delicioso aroma de Laranja.
HISTÓRIAS
A História do Carvalho (Oak)

"Um dia, não há muito tempo, um homem recostado num carvalho, em um antigo parque de Surrey, ouviu o que o carvalho estava pensando. Isso parece muito engraçado, mas como você sabe, as árvores pensam e algumas pessoas podem captar o seu pensamento.

Este carvalho, e era um carvalho muito velho, estava dizendo para si mesmo: "Como invejo aquelas vacas, que podem caminhar pelos campos, enquanto eu fico aqui. Tudo ao redor é tão maravilhoso, tão belo, com a luz do sol, a brisa e a chuva e, contudo, estou aqui enraizado".

Anos depois, o homem verificou que as flores do carvalho tinham um grande poder, o poder de curar, e assim ele colheu as suas flores e transformou-as em remédios que curaram muitas pessoas doentes.

Algum tempo depois, numa tarde quente de verão, o homem deitou-se na orla de um campo de milho e estava quase dormindo quando ouviu uma árvore pensando.

A árvore estava conversando consigo mesma e dizia: "Não invejo mais as vacas que andam pelos prados porque posso ir para os quatro cantos do mundo e curar pessoas que estão doentes". E o homem olhou para cima e viu que era um carvalho".


"A História dos Viajantes"

Era uma vez, e sempre era uma vez, dezesseis viajantes que iniciaram uma jornada pela floresta.

No começo tudo foi bem, mas após uma certa distância, um deles, Agrimony, começou a preocupar-se e a pensar que poderiam não estar no caminho certo. Algum tempo depois, durante à tarde, conforme iam penetrando nas sombras da floresta, Mimulus começou a ficar com medo de que tivessem perdido a rota.

Quando o sol se pôs, a sombras aumentaram e os ruídos noturnos fizeram-se ouvir, e Rock Rose ficou aterrorizado e em estado de pânico. No meio da noite, quando tudo estava escuro, Gorse perdeu a esperança e disse: " Não posso prosseguir. Continuem vocês, mas eu ficarei aqui até que a morte alivie meu sofrimento".

Por outro lado, Oak, embora sentindo que tudo estava perdido e que nunca mais veriam a luz do sol, disse: "Lutarei até o fim" e falou isso impetuosamente.

Scleranthus tinha uma esperança, mas às vezes, sofria muito devido à incerteza e indecisão, primeiro querendo seguir um caminho e quase em seguida outro. Clematis prosseguia tranqüila e pacientemente, preocupando-se apenas um pouco em se cairia no sono ou se sairia da floresta. Gentian, muito alegre na partida, caiu num estado de desalento e depressão.

Os outros viajantes nunca tiveram medo, queriam continuar, e à sua maneira, queriam muito ajudar seus companheiros.

Heather estava certo que conhecia o caminho e queria que todos o seguissem. Chicory não se importava com o final da jornada, mas era bastante solícito, procurando saber se seus companheiros estavam cansados ou tinham bastante comida. Cerato não confiava muito em seu próprio julgamento e queria experimentar todas as trilhas para ter certeza de que não estava errado. O meigo e pequeno Centaury queria tanto aliviar a tensão de todos, que estava pronto para carregar a bagagem de todo mundo. Infelizmente para o pequeno Centaury, ele geralmente carregava a carga daqueles mais capazes de suportá-la, porque eram os que pediam mais alto.

Rock Water, pressuroso para ajudar, deprimia um pouco o grupo porque criticava aquilo que achava que estavam fazendo de errado, mas, ele, Rock Water, conhecia o caminho. Vervain também deveria conhecer bem o caminho e, embora tivesse ficado ligeiramente confuso, seguiu em frente pelo único caminho que levava à saída da floresta. Impatiens também conhecia muito bem o caminho de casa, de modo que ficava impaciente com aqueles que andavam mais lentamente. Water Violet já tinha andado antes por aquele caminho e mostrava-se ligeiramente orgulhoso e um pouco desdenhoso sem que os outros compreendessem por que. Water Violet achava-os inferiores.

E no final todos conseguiram atravessar a floresta.

Agora eles trabalham como guias para outros viajantes que não fizeram a viagem antes, porque sabem que há um caminho e porque sabem que a escuridão da floresta é formada apenas pelas sombras da noite. Caminham como heróis destemidos e cada um dos dezesseis viajantes ensina, à sua maneira, a lição, o exemplo necessário.

Agrimony libertou-se de todas as preocupações e vive fazendo brincadeiras. Mimulus perdeu o medo. Rock Rose nos momentos mais negros
é o retrato da calma e da serena coragem. Gorse, naquelas noites mais escuras, fala aos viajantes do progresso que farão quando o sol surgir pela manhã.

Oak resiste imperturbável ao vento mais forte; Scleranthus caminha com plena certeza; os olhos de Clematis estão fixos na alegria da chegada e nenhuma dificuldade ou revés pode desencorajar Gentian.

Heather aprendeu que cada viajante precisa seguir seu próprio caminho e tranqüilamente segue em frente, para mostrar que isso pode ser feito. Chicory, sempre querendo dar a mão, mas apenas quando lhe pedem, o faz muito calmamente. Cerato conhece muito bem os atalhos que levam a lugar nenhum e Centaury sempre busca aquele mais fraco, que acha muito pesada a sua carga.

Rock Water parou de acusar; passa o tempo todo encorajando. Vervain não faz mais sermões; apenas aponta o caminho silenciosamente. Impatiens parou de apressar e se coloca entre os últimos para manter seu passo. E Water Violet, mais parecido com um anjo do que com um homem, passa entre os companheiros como uma brisa morna ou um raio glorioso de sol, abençoando a todos.
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